quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Eu conseguiiiii
















Agora é só aguardar o dia 04/12 pra comemorar bastante com todos que me fizeram uma professora melhor, portanto uma pessoa melhor.



Obrigada a todos!!!



o

Oficinas






Como momento final de um curso bastante suado fizemos oficinas com atividades que foram aplicadas em sala que mereciam ser compartilhadas.
Giselle sempre disposta, carinhosa e muito solicita nos presenteou com uma Oficina de livro de dobradura.
E nós sempre prontos a aprender... pra ensinar.
Além de aprender com Giselle, trocamos figurinhas sobre as boas e as más experiências ao longo do caminho.


Apreciação do Portfólio

O encontro do dia 13/11 foi dedicado a apreciação do portfólio.
Como deu trabalho, mas, como é bom ver o resultado dos estudos. Tanta correria, tanta confusão, tanta falta de contato com o mundo virtual dos blogs, tanta dúvida. Mas, eis que eles estão lá, prontos.
Vejo pingos de suor saindo pelos poros do computador, fumaça de cérebro queimando, barulho de quem sova massa de pão. Quanto esforço.
E agora a tão famosa apreciação (parece até coisa de solenidade). O valor devido por tanto trabalho, que valeu a pena, pois ficou realmente, muito bom.
Poder conhecer o outro através de sua produção, compartilhar a alegria da missão cumprida. É gratificante poder dizer: eu fui, eu fiz, eu consegui. Mas, não mais emocionante que dizer: nós fomos, nós fizemos, nós conseguimos.

E aproveitando a alegria do dever cumprido resolvemos organizar uma festa de despedida com a cara do nosso curso: alegre, festivo e muito literário. Planejamos para o próximo dia 04/12 um piquenique literário com direito a compartilhar um texto, uma música, um poema para saciar a alma e o espírito e muitas guloseimas para saciar também o corpo físico. E pra não deixarmo-nos esquecer uns dos outros faremos uma troca de livros infantis, o nosso "amigo-livro".
O livro e a Alegria


Eu gosto de ler
Então eu leio os seus olhos,
o seu sorriso maluco,
o seu jeito engraçado de andar sacudindo o cabelo.
Eu leio as suas mãos nervosas,
ás vezes distraídas,
quase sempre atrevidas.
Eu leio seu modo de segurar a xícara,
em frente ao balcão da lanchonete.
Eu leio a sua raiva,
Quando não tem cobertor e faz
frio debaixo da marquise.
Eu leio a sua pressa de encontrar
a pasta para trabalhar no escritório.
Eu leio a sua indecisão diante do espelho,
sem saber se pinta ao redor dos olhos ou não.

Eu gosto de ler
Então eu leio a sua impaciência no trânsito,
a sua colher de briga, o seu garfo de vingança.
Eu leio os seus desenhos no caderno novo.
Eu leio a sua risada no palco do teatro da escola
Eu leio o seu silêncio na hora de
escrever o primeiro bilhete de amor.

Eu gosto de ler
Então eu leio a cartinho da janela
o cisco atrás da porta
o reflexo do arco-íris no azulejo da varanda
Eu leio a música. A dança. O programa de TV.
O tapete limpinho.
O prato cheinho de arroz-doce.
Eu leio a pintura. A escultura. A fotografia.

Eu gosto de ler
Então eu leio seu passo triste
perdido num labirinto louco
Eu leio a sua expectativa. O seu sonho.
A sua alegria inexplicável.

Eu gosto de ler
Então eu leio o livro
Vai daí que quando eu leio o livro,
eu atraio a sua alegria
eu entendo a sua alegria
eu espalho a sua alegria
Fico armando pra você também ler o livro e
Atrair e entender a espalhar a minha alegria.
Fico armando pra você também se
refazer de alegria
Alegria dá força, da pé, dá jogo de cintura.
Com o livro e alegria
podemos facilmente ler a doçura
a coragem e a sabedoria.
Nas entrelinhas a amizade.

Stela Maris Rezende



Quem foi que disse o livro é o único objeto que carrega histórias? Quem foi que disse que o livro é o único objeto que faz viajar sem sair do lugar? Quem foi que disse que pra conhecer tudo o que há basta ler livros?
Ler a vida, ler o mundo, ler os amores, os objetos, os gestos, cheiros, cores, sabores. Observar tudo o que nos rodeia e nos completa. Tudo o que enche os olhos, acaricia a pele, entra pelo o nariz, preenche o corpo e transborda.
A cachoeira, a sombra, o toque, o silêncio, o morango... Sensações, vivências: Conhecimento do mundo, da vida!
É preciso mais que livros pra conhecer, é preciso mais que livros pra sentir, pra ser, pra saber, pra querer... Os livros são precisos. Viver é mais!!!


Quem lê vai longe


Intertextualidade como expressão lingüística



A intertextualidade

O processo ensino/aprendizagem de Língua Portuguesa deve basear-se assim em propostas interativas a fim de promover o desenvolvimento do indivíduo numa dimensão integral. Portanto, nessa perspectiva, o trabalho do professor é, dentre outros, desenvolver no aluno a capacidade de identificar um intertexto. . A intertextualidade é “um fenômeno constitutivo da produção do sentido e pode-se dar entre textos expressos por diferentes linguagens” (Silva, 2002). O professor deve, então, investir na idéia de que todo texto é o resultado de outros textos. Isso significa dizer que não são “puros”, pois a palavra é dialógica. Quando se diz algo num texto, é dito em resposta a outro algo que já foi dito em outros textos. Dessa forma, um texto é sempre oriundo de outros textos orais ou escritos. Por isso, é imprescindível que o professor leve o aluno a perceber isso.
Assim, a utilização da intertextualidade deve servir para o professor não só conscientizar os alunos quanto à existência desse recurso como também utilizar um modo mais criativo de verificar a capacidade dos alunos de relacionarem textos. Como já foi dito e exemplificado, a intertextualidade ocorre em diversas áreas do conhecimento.

Princípios da textualidade

Coesão

Coerência

Intencionalidade

Aceitabilidade

Situacionalidade

Informatividade

Intertextualidade


Para um texto ser considerado bem escrito ele precisa preservar alguns aspectos como os princípios acima citados.
Fazer com que o aluno busque cada um deles como critério para exercitar a escrita requer muita trabalho, muita prática e acima de tudo muita leitura.
É importante que o aluno se coloque criticamente diante de situações e que expresse isso em seus textos, mas, sem deixar de observar que a linguagem escrita solicita mais atenção e cuidado.
Não só uma boa idéia é capaz de transmitir uma mensagem. Ela precisa ser fortalecida com fatores que juntos se completam e se apresentam como um texto.

Fábulas



A Lebre e a Tartaruga





Um dia, uma Lebre ridicularizou as pernas curtas e a lentidão da Tartaruga. A Tartaruga sorriu e disse: "Pensa você ser rápida como o vento; Mas Eu a venceria numa corrida."
A Lebre claro, considerou sua afirmação algo impossível, e aceitou o desafio. Convidaram então a Raposa, para servir de juiz, escolher o trajeto e o ponto de chegada.
E no dia marcado, do ponto inicial, partiram juntos. A Tartaruga, com seu passo lento, mas firme, determinada, em momento algum, parou de caminhar.
Mas a Lebre, confiante de sua velocidade, despreocupada com a corrida, deitou à margem da estrada para um rápido cochilo. Ao despertar, embora corresse o mais rápido que pudesse, não mais conseguiu alcançar a Tartaruga, que já cruzara a linha de chegada, e agora descansava tranqüila num canto.
Autor: Esopo
Moral da História: Ao trabalhador que realiza seu trabalho com zelo e persistência, sempre o êxito o espera.



Trabalhando com fábulas na sala de aula
As fábulas são histórias curtas. Seus personagens geralmente são animais que tem alguma característica do caráter humano como egoísmo, esperteza, ingenuidade, vaidade, mentira, rancor.
As fábulas é um ótimo gênero para se trabalhar em sala por trazer elementos que aproximam a criança da leitura: animais, características humanas, textos curtos (primeira parte da fábula) e que apresentam uma lição de moral (segunda parte).
A interpretação de fábulas é uma atividade interessante, que estimula a reflexão de ações, que são praticadas por seres humanos e que geralmente mostram que desejar ou fazer mal, ou simplesmente pensar somente em si, nunca é a melhor coisa a se fazer.